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Mostrando postagens de Junho, 2012

CONFIANDO EM CARROS E CAVALOS!

A superioridade de uma nação na guerra sempre é medida pelo seu poder bélico. Suas armas e todos os seus equipamentos são essenciais para mostrar a sua força. No passado também era assim. Não existiam armamentos desenvolvidos como os de hoje, mas as nações mais poderosas possuíam milhares de carros e cavalos e isto costumava amedrontar o possível inimigo, deixando-o em desvantagem mesmo antes do início da batalha.

Quando lemos a bíblia, mais especificamente no livro de Deuteronômio capítulo 17,  vemos que a orientação de Deus para o rei e o povo de Israel era totalmente diferente. Ele determinava que o rei não deveria adquirir para si muitos carros e cavalos. Ordenava que não voltassem ao Egito, donde saíram, para buscar nenhum animal.
 Entendemos a luz das escrituras que nos combates o povo israelita não deveria basear sua confiança em seus carros e cavalos como os outros povos, mas ela deveria estar única e exclusivamente no Deus que serviam e que os ajudava sempre que precisavam. V…

UMA VOZ DIFERENTE!

Muitas vozes ecoam pelo mundo. Vozes que influenciam, vozes que chamam a atenção em uma bonita melodia. Vozes que que podem mudar uma nação, mas que também podem levar a destruição. Vozes que elogiam, outras que humilham, que alegram e entristecem.. Existem vozes de crianças, jovens, adultos e anciãos. Vozes calmas como águas de um riacho ou fortes como o barulho de um trovão.
Um dia, uma voz diferente ecoou . Trazia paz, cura, perdão e principalmente muito amor. Era uma voz boa, mas logo a quiseram calar, pois a muitos incomodou. Mas, esta voz não parou, continuava transformando, salvando, por onde passava, algo diferente acontecia. Porém, um dia ela se calou. Porque não mais se ouvia tão bela voz? Porque não estava ecoando? 
Esta voz não era outra senão a de Jesus que para a cruz estavam levando. Mas por que estava calado? Indo mudo como um cordeiro? Por que não reclamava, se estava prestes a ser pendurado no madeiro? Não, não era por acaso que estava calado, alí, naquela hora leva…