sexta-feira, 16 de agosto de 2013

EU NÃO AGUENTO MAIS!



Não aguento mais tanta decepção, tanta podridão, tanta violência, tanta corrupção, tanta falsidade, tanta falta de amor, tanto egoísmo e falta de pudor. Todo mundo quer levar vantagem em alguma coisa. Corro, grito, choro, ando, paro... mas não há quem me estenda a mão. Acho que meu caso não tem solução!

Penso na doença, na morte, penso na solidão. Muitos passam por mim, não olham, não prestam atenção. Buscam algo que satisfaça e a vida vai perdendo a graça, seja no campo ou na cidade, as pessoas não ligam para as outras não. Acho que meu caso não tem solução!

Chego em casa apressado, busco alivio sentado em frente a televisão. Mas, ela não me alivia, só aumenta minha dor. É caso de pedofilia, tráfico de drogas, estupros, protestos, morte em família, abuso de poder, condenação de padre e pastor. Desligo a televisão, para não aumentar a pressão em minha mente cauterizada que já não se sensibiliza e está alheia ao sofrimento desta sociedade sem amor.

De repente, numa prateleira vejo um livro cheio de poeira que nunca peguei na mão. É  a Bíblia Sagrada, para mim sem importância, mas que agora a distância me chama atenção. Sempre achei ser um livro de filosofia, fábulas e inverdades, mas nunca pensei que um dia despertasse minha curiosidade e quando menos esperasse, estivesse em minha mão. Sem fazer muita questão, começo a virar as páginas e paro num livro chamado João. Um versículo diz, que Deus o mundo amou de tal maneira, que sem pensar em si mesmo, mandou seu filho único e amado, para morrer em meu lugar e por meus pecados. Li, ainda em João, que Jesus se entregou, morrendo crucificado na cruz de madeira, para que eu tivesse perdão e a minha vida solução!

Agora já sinto diferente, quero seguir em frente. Esta palavra está tocando meu coração, me dando direção e mudando minha mente. Estou crendo agora, que este mundo tem solução! Posso enxergar, que todos os problemas e barreiras, podem cair ao chão, pois Jesus é a resposta para toda desilusão. Se você, assim como eu, só tinha decepção, convido-o a conhecer a Cristo, pois Ele morreu na cruz para te dar a salvação.

Sem mais, fiquem na Paz!

Fábio 

terça-feira, 13 de agosto de 2013

O PASTOR E O LABIRINTO






Certo dia, um pastor e suas filhas foram conhecer um castelo medieval. Este castelo era grande e mantinha intacta muita coisa do original. Nele havia também um grande jardim e um labirinto para alegria dos visitantes. Como era de se esperar, o pastor e suas filhas entraram no labirinto, com o objetivo de acharem a saída o mais breve possível. Depois de algum tempo tentando, ele não conseguira achar o caminho que o levava para fora. Também  já não via mais suas filhas. A ansiedade e a preocupação tomava conta de seu coração, ultrapassando o sentimento de diversão inicial. De repente, ouviu a voz das filhas chamando-o e seu coração tranquilizou-se. Então, olhando para cima, pode vê-las. Estavam agora em uma torre alta do castelo. De lá era possível ver o labirinto inteiro e sua saída. Foi com essa visão privilegiada que elas ajudaram o referido pastor a sair do lugar em que se encontrava.

É comum em nossa vida, depararmos com situações semelhantes, que nos deixam sem saída, como em um labirinto. Rodamos, rodamos, paramos, olhamos para trás, voltamos e não encontramos solução. O desespero então começa a tomar conta de nossa alma. Como achar uma saída em meio a tantas barreiras que nos cercam? A solução está em olhar para cima! 


"Elevo os meus olhos para os montes; de onde me vem o socorro? O meu socorro vem do Senhor, que fez os céus e a terra" (Salmos 121.1-2).

Quando tudo em sua volta está impossibilitando sua caminhada, olhe para cima, olhe para Deus, pois com certeza Ele está olhando para você. Somente Deus pode nos ajudar a sair deste labirinto. Ele consegue enxergar tudo pois está lá em cima. A sua visão é muito maior do que a nossa e pode nos orientar a encontrar a saída. Além, disso Ele tem poder para abrir portas onde não tem e quebrar portas que estão impedindo nosso caminho. 

"Eu irei adiante de ti, e endireitarei os caminhos tortuosos; quebrarei as portas de bronze, e despedaçarei os ferrolhos de ferro."(Isaías 45:2)

Os caminhos de Deus, seus pensamentos, seus planos, seu poder, tudo é maior, mais alto e melhor que o nosso. Entregue seus caminhos ao Senhor, confia Nele e Ele vai te ajudar!

Sem mais, fiquem na Paz!

Fábio 

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

INTOLERÂNCIA GAY!

As vezes evito postar neste blog determinados assuntos que de tão amplamente discutidos , tornam-se massantes e perdem relevância pois já não despertam a análise critica do leitor e não promovem o crescimento esperado. Os embates entre evangélicos e todo os apoiadores ou participantes do movimento homossexual estão nesse patamar e parece não ter mais fim.Todo dia jornais, revistas e mídia em geral trazem alguma coisa nova. Ainda que tentem se manter imparcial, fica claro, a posição da maioria da imprensa em apoiar e divulgar o movimento gay e impor aos seus leitores que a visão dos evangélicos, em geral, sobre a familia tradicional é retrograda, e que a sociedade moderna está pautada no relativismo, prevalecendo a vontade do ser humano e seus prazeres hedonistas.Contudo, dentro do contexto descrito, existem coisas que assustam e que são de um dissabor enorme. É por isto, que transcrevo abaixo a matéria escrita no Blog do Reinaldo Azevedo que é colunista da revista Veja, onde é possível ver a intolerância gay nos seus níveis mais extremos, coisa que a imprensa não costuma mostrar.


É o fim da picada! O presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, o deputado Marco Feliciano (PSC-SP), e o produtor musical Roberto Marinho foram hostilizados dentro do avião, que partiu de Brasília, por um grupo de gays. Dois deles se levantaram, foram ao lado das poltronas de Feliciano e Marinho, começaram a dançar — um se esfregava em Marinho, e o outro passou a mão na cabeça do deputado. Vejam.


O mote do protesto — um dos envolvidos chega a “entrevistar” uma passageira sobre o tema — é uma ficção: o tal do projeto da cura gay, que nunca existiu. Trata-se de uma invenção da imprensa e dos militantes.
Muito bem! Estou entre aqueles que acreditam que as pessoas não podem e não devem ser assediadas em razão de sua condição sexual, física ou de suas opiniões — desde que estejam jogando o jogo democrático. E Feliciano está, ainda que se possa discordar dele, ora!
Isso que se viu é aceitável?
Transcrevo trecho de reportagem da Folha:
No microblog, Feliciano agradece aos passageiras e a companhia aérea. “Agradeço aos passageiros do voo AD5019 BSB x GRU bem como a equipe da @azulinhasaereas e o apoio da Polícia Federal do Aerop de Guarulhos.” O deputado ainda afirmou: “Não sou contra gays, sou defensor da família natural!”
Em uma troca de conversa pelo Twitter com Karen, uma das filhas de Feliciano, Marinho disse que não sabe como não reagiu e chama um dos rapazes de idiota. “Voltamos da vigília agora e vi o vídeo. Nem sei como não reagi, só Deus mesmo. Mas a vitória será grande. Por isso filmaram, pra ver se teria reação. O idiota ainda pediu o povo pra cantar, ninguém deu moral. kkkkk. Pena q o covarde não filmou a Polícia Federal que esperava em solo.” Marinho disse ainda que Feliciano “não quis prestar queixa” à polícia.
Encerro
Essa gente que assediou Feliciano, estou certo, quer a aprovação do PL 122, aquele que manda para a cadeia os acusados de “homofobia”. Pois é… Com a lei aprovada, se um dos dois assediados tivesse dado um murro na cara — E RECOMENDO EXPLICITAMENTE QUE NÃO SE FAÇA ISSO — dos agressores, estaríamos diante de um caso de “homofobia”?
O que essa gente quer? Igualdade perante a lei ou privilégios, acompanhados da impunidade? O vídeo que eles mesmos postaram — e, pois, orgulham-se disso — dá a resposta.
Por Reinaldo Azevedo

Sem mais, fiquem na Paz!

Fábio 

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

CARTA AO APÓSTOLO PAULO



Conta-se que o Apóstolo Paulo enviou seu currículo para a Junta de Missões Mundiais de certa denominação, oferecendo-se para trabalhar como missionário. Depois de algumas semanas, o Secretário da Junta escreveu-lhe esta carta, justificando por que não poderia aceitá-lo.

Ao Reverendo Saulo Paulo - Missionário Independente

Roma, Itália

Caro Sr. Paulo:

Recebemos recentemente seu currículo, exemplares de seus livros e o pedido para ser sustentado pela nossa Junta como missionário na Espanha. Adotamos a política da franqueza com todos os candidatos. Fizemos uma pesquisa exaustiva no seu caso. Para ser bem claro, estamos surpresos que o senhor tenha conseguido até aqui "passar" como missionário independente.

Soubemos que sofre de uma deficiência visual que, algumas vezes, o incapacita até para escrever. Essa certamente é uma deficiência grande para qualquer pessoa. Nossa Junta requer que o candidato tenha boa visão, ou que possa usar lentes corretoras.

Em Antioquia, o senhor provocou um entrevero com Simão Pedro, um pastor muito estimado na cidade, chegando a repreendê-lo em público. O senhor provocou tantos problemas que foi necessário convocar uma reunião especial da Junta de Apóstolos e Presbíteros em Jerusalém. Não podemos apoiar esse tipo de atitude.

Acha que é adequado para um missionário trabalhar meio-período em uma atividade secular? Soubemos que fabrica tendas para complementar seu sustento. Em sua carta à igreja de Filipos, o senhor admite que aquela é a única igreja que lhe dá algum suporte financeiro. Não entendemos o porquê, já que serviu a tantas igrejas.

É verdade que já esteve preso diversas vezes? Alguns irmãos nos disseram que passou dois anos na cadeia em Cesaréia e que também esteve preso em Roma, e em outros lugares. Não achamos adequado que um missionário da nossa Junta tenha folha corrida na Polícia.

O senhor causou tantos problemas para os artesãos em Éfeso que eles o chamavam de "o homem que virou o mundo de cabeça para baixo". Sensacionalismo é totalmente desnecessário em Missões. Deploramos, também, o vergonhoso episódio de fugir de Damasco escondido em um grande cesto.

Estamos admirados em ver sua falta de atitude conciliatória. Os homens elegantes e que sabem contemporizar não são apedrejados ou arrastados para fora dos portões da cidade, tampouco são atacados por multidões enfurecidas. Alguma vez parou para pensar que palavras mais amenas poderiam ganhar mais ouvintes? Remeto-lhe um exemplar do excelente livro "Como Ganhar os Judeus e Influenciar os Gentios", de Dálio Carnego.

Em uma de suas cartas, o senhor referencia a si mesmo como "Paulo, o velho". As normas de nossa Missão não permitem a contratação de missionários além de certa idade.

Percebemos que é dado a fantasias e visões. Em Trôade, viu "um homem da Macedônia" e em outra ocasião diz que "foi levado até o Terceiro Céu e que ouviu palavras inefáveis". Afirma ainda que viu o Senhor e que ele o confortou. Achamos que a obra de evangelização mundial requer pessoas mais realistas e de mente mais prática.

Em toda a parte por onde andou, o senhor provocou muitos problemas. Em Jerusalém, entrou em conflito com os líderes do seu próprio povo. Se alguém não consegue se relacionar bem com seu próprio povo, como pode querer servir no exterior? Dizem que tem o poder de manipular serpentes. Na ilha de Malta, ao apanhar lenha, uma víbora se enroscou no seu braço, picou-o, mas nada lhe ocorreu. Isso soa muito estranho para nós.

O senhor admite que enquanto esteve preso em Roma, "todos o esqueceram". Os homens bons nunca são esquecidos pelos seus amigos. Três excelentes irmãos, Diótrefes, Demas e Alexandre, o latoeiro, disseram-nos que acharam impossível trabalhar com o senhor e com seus planos mirabolantes.

Soubemos que teve uma discussão amarga com um colega missionário chamado Barnabé e que acabaram encerrando uma longa parceria. Palavras duras não ajudam em nada a expansão da obra de Deus.

O senhor escreveu muitas cartas às igrejas onde trabalhou como pastor. Em uma delas, acusou um dos membros de viver com a mulher de seu falecido pai, o que fez a igreja ficar muito constrangida e a excluir o pobre rapaz.

O senhor perde muito tempo falando sobre a segunda vinda de Cristo. Suas duas cartas à igreja de Tessalônica são quase totalmente devotadas a esse tema. Em nossas igrejas, raramente falamos sobre esse assunto, que consideramos de menor importância.

Analisando friamente seu ministério, vemos que é errático e de pouca duração em cada lugar. Primeiro, a Síria, depois, Chipre, vastas regiões da Turquia, Macedônia, Grécia, Itália, e agora o senhor fala em ir à Espanha. Achamos que a concentração é mais importante do que a dissipação dos esforços. Não se pode querer abraçar o mundo inteiro sozinho.

Em um sermão recente, o senhor disse "Longe de mim gloriar-me, a não ser na cruz de Cristo". Achamos justo que possamos nos gloriar na história da nossa denominação, no nosso orçamento unificado, no nosso Plano Cooperativo e nos esforços para criarmos a Federação Mundial das Igrejas.

Seus sermões são muito longos. Em certa ocasião, um rapaz que estava sentado em um lugar alto, adormeceu após ouvi-lo por várias horas, caiu e quase quebrou o pescoço. Já está provado que as pessoas perdem a capacidade de concentração após trinta ou quarenta minutos, no máximo. Nossa recomendação aos nossos missionários é: Levante-se, fale por trinta minutos, e feche a boca em seguida.

O Dr. Lucas nos informou que o senhor é um homem de estatura baixa, calvo, de aparência desprezível, de saúde frágil e que está sempre agitado, preocupado com as igrejas e que nem consegue dormir direito à noite. Ele nos disse que o senhor costuma levantar durante a madrugada para orar. Achamos que o ideal para um missionário é ter uma mente saudável em um corpo robusto. Uma boa noite de sono também é indispensável para garantir a disposição no trabalho no dia seguinte.

A Junta prefere enviar somente homens casados aos campos missionários. Não compreendemos nem aceitamos sua decisão de ser um celibatário permanente. Soubemos que Elimas, o Mágico, abriu uma agência matrimonial para pessoas cristãs aí em Roma e que tem nomes de excelentes mulheres solteiras e viúvas no cadastro. Talvez o senhor devesse procurá-lo.

Recentemente, o senhor escreveu a Timóteo dizendo que "lutou o bom combate". Dificilmente pode-se dizer que a luta seja algo recomendável a um missionário. Nenhuma luta é boa. Jesus veio, não para trazer a espada, mas a paz. O senhor diz "lutei contra as bestas feras em Éfeso". Que raios quer dizer com essa expressão?

Pesa-me muito dizer isto, irmão Paulo, mas em meus vinte e cinco anos de experiência, nunca encontrei um homem tão oposto às qualificações desejadas pela nossa Junta de Missões Mundiais. Se o aceitássemos, estaríamos quebrando todas as regras da prática missionária moderna.
Sinceramente,

A. Q. Cabeçadura

Secretário da Junta de Missões Mundiais


Autor:Anônimo

Sem mais, fiquem na Paz!

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